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Crônica

Santa... Devoto grande valor aquelas pessoas que estao ao meu redor, creio que quase todas. Parece obvio que gosto de todos os animais, mas gosto mais dos animais humanos com todas as suas complexidades dinâmicas, voláteis até, muitas temporárias. Tenho amigos - com sempre diz Paulo Sant'Ana. Gostei de uma leitura que fiz certa feita que dizia mais ou menos assim: ''estou o tempo todo lendo ao meu redor, o mundo'', eu faço isso, porém muito a nível de observaçao. Minhas viagens com a filosofia enriquecem o rol de amigos e desenvolve minhas capacidades cognitivas e empíricas. Procuro fazer a leitura de mundo. Rosa... Estou num momento sombrio/cinzento, pois não gosto de inverno, é muito frio e, a Tv me deixa no mundo das sombras, ao bel prazer de Platão. Estou a caminho, certamente chegarei, 5 deveras horas de reflexão, estudo, sono...ansiedade e dedicação. Expectativa de boa jornada. A dúvida é o temporal, é a fome que impulsiona a busca cientifica ou vulgar. Ela no

Crônicas

Com a intenção de desenvolver as habilidades de ler o mundo e de escrever e reflexão, pretendo criar alguns textos tipo crônica apartir de minhas ''viagens'' com a filosofia (sou professor de filosofia).
Competências e habilidades na sala de aula "A pergunta surge espontânea: o que o professor precisa fazer, então, para assumir esse novo papel? Eu diria que um dos aspectos básicos é saber dosar o preparo e programação das aulas com a improvisação. Talvez alguns fiquem chocados com essa colocação. Afinal, insistiu-se tanto na importância das metodologias de ensino, em aulas muito bem planejadas e pré-programadas, lançando mão dos mais diversos recursos pedagógicos... Mas o fato é que uma aula muito bem programada não dá espaço ao aluno. É importante que um professor saiba como vai iniciar a sua aula, que recursos deverá ter disponíveis, os objetivos que pretende atingir. Entretanto, se cada passo da aula estiver previamente delineado ele tenderá a "escapar" dos questionamentos dos alunos, a inibir a sua participação (uma vez que isso sempre atrapalha o caminho previamente traçado), a seguir linhas de raciocínio que talvez sejam as suas, mas não as dos seus alunos. Temos q
Consultando as referências que norteiam as matrizes do ENCCEJA e do Enem e também do Referencial Curricular do RS ressalto qua as competências e habilidades podem ser construídas na congnição e na praxis dos sujeitos que buscam o aprendizado. Na - congnição- pelo seu entendimento teórico (apropriação mental), Na - praxis- (além do entendimento) pela aplicabilidade prática, ou seja, o sujeito - apartir de sua apropiação mental-, aplica em suas ações.

Competências e habilidades

O Projeto Liçoes do Rio Grande - que apresenta um Referencial Curricular para as escolas estaduais do RS, fixa algumas sugestões de contéudos e metologias, também destaca que ao final do ensino médio o aluno deva desenvolver competências e habilidades necessárias para a sua vida cidadã. Numa breve abordagem sobre o que trata o Referencial Curricular do RS da área das Ciências humanas entendo que no que se refere a competências e habilidades, destaco que elas estão no nível do pensamento, no nível de aquisição cognitivo do aluno apartir dos conteúdos e de um objetivo prévio pensado, orientado e mediado pelo professor. O aluno dever ser o agente da aprendizagem desenvolvendo as competências e habilidades.

INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO

“A relevância do desenvolvimento de competências na educação básica exige que a aprendizagem seja interdisciplinar e contextualizada. A compreensão dos sentidos e a capacidade de relacionar a teoria com a prática em todas as disciplinas do currículo (artigos 32, 35 e 36 da LDB) são dois marcadores importantes que apontam para o fato de que o objetivo da educação básica não é formar “pequenos cientistas ou filósofos”, dedicados ao conhecimento puro, tal como é produzido pela academia, mas um conhecimento em ação, que ganha sentido por sua relação com a cultura próxima do aluno. Assim, a interdisciplinaridade e a contextualização são recursos fundamentais para realizar a transposição didática, pois convertem o conhecimento acadêmico em objeto de ensino, selecionam e recortam os conteúdos de acordo com a proposta pedagógica. Portanto, para propiciar a aprendizagem de competências, é preciso identificar os recursos didáticos mais relevantes a serem utiliz

O VERBO DA PROPOSIÇÃO

O termo da proposição, do qual se afirma alguma coisa, chama-se sujeito e o que indica o que se afirma do sujeito, chama-se predicado. O verbo, que é o elo entre os termos sujeito e predicado, chamam-se cópula. O sujeito é sempre expresso por um substantivo ou palavra substantivada; e o predicado, por um adjetivo ou palavra equivalente; e a cópula, pelo verbo ser. O verbo ou cópula é a alma do discurso, a forma da proposição, e jamais pode faltar.É possível faltar o sujeito ou o predicado, mas o verbo, não. Elipses gramaticais, como: - penso, - existo, - chove , desdobram-se nos elementos constitutivos da proposição lógica, a saber: Penso -"eu sou um ser pensante". Existo - "eu sou um sêr existente". Chove - "o tempo é chuvoso". Seja qual for o tempo e modo em que o verbo se encontre, para fins dialéticos, é sempre traduzido pelo verbo no presente do Indicativo. Seja a forma gramatical – “Vendi a casa”, traduz-se na forma lógica por: “Eu sou quem